Qinho faz show com canções de Marina Lima

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O cantor Qinho apresenta seu novo show, no SESC Vila Mariana, em São Paulo, no dia 24. Em “Qinho canta Marina”, o artista traz a interpretação de músicas de Marina Lima. A apresentação é baseada no álbum de mesmo nome lançado pela Biscoito Fino. O disco está disponível nas plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Musica. O show traz Qinho nos vocais e na guitarra ao lado de Gui Marques (teclados, programações e baixo synth), e Carlos Sales (bateria).

O repertório traz uma sequência de sucessos da cantora, como “Fullgás”, “Criança”, “Uma noite e meia”, “Virgem”, “Veneno” e “Charme do mundo”, entre outros. Diferentes referências da música contemporânea daqui e de vários outros países ajudaram a criar a sonoridade do projeto. “A minha maior preocupação sempre foi preservar a beleza original dessas canções. Então, os arranjos poderiam até ficar diferentes, numa onda mais contemporânea. Mas desde que conseguíssemos realçar as canções, colocando-as em destaque”.

Nascido em 1984, ano em que Marina Lima lançava o álbum Fullgás, Qinho esteve rodeado pelos sucessos da década de 80 desde a infância. Seja pelos vinis do pai ou pelas trilhas das novelas. “Quando participei daquele tributo em 2014, levei um susto. Pude ver reunidas em uma mesma artista muitas daquelas canções que estavam cravadas na minha memória afetiva. Foi quando me deu o estalo sobre a dimensão da obra da Marina na música pop brasileira”, pontua.

Durante a apresentação, o poeta e escritor Antonio Cicero, irmão e parceiro de Marina Lima, fará leitura de poemas de sua autoria. Ele também vai ler “Os Inocentes do Leblon”, de Carlos Drummond de Andrade. O poema faz parte da letra de “Virgem”.

Sobre Qinho

Qinho
Foto: Gabriela Perez

Qinho é um dos nomes mais representativos da nova cena musical brasileira. Aos 34 anos o cantor e compositor já colaborou com grandes artistas da música popular brasileira, como Luiz Melodia, Fernanda Abreu, Adriana Calcanhotto, Jards Macalé e Martnália, entre outros. Na cena independente esteve ao lado de Mahmundi, Castello Branco, Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci, Letuce e B Negão.

De 2004 à 2009 esteve a frente da banda VulgoQinho&OsCara. Com ela, Qinho lançou disco homônimo em 2007. De 2009 em diante seguiu em carreira solo, lançando o disco de estreia, “Canduras”. Em 2012 lançou seu segundo disco solo, “O Tempo Soa”, com as participações de Mart’nália, Elba Ramalho, Botika e Amora Pêra. Seu álbum “Ímpar” já soma mais de 40 mil downloads na rede. O EP “Fullgás” é o seu mais recente lançamento (2017).

Sua versão de “Qualquer Coisa” foi incluída no álbum comemorativo aos 70 anos de Caetano Veloso, “A Tribute to Caetano Veloso”, lançado internacionalmente pela Universal Musica, com nomes como Seu Jorge, Beck, Devendra Banhart, Rodrigo Amarante e Tulipa Ruiz. Em 2010 Qinho se apresentou na edição brasileira do Festival SWU, em show conjunto com a banda Letuce.

No ano seguinte participou do Festival BACK2BLACK, com participação especial de Jards Macalé. Figurou no line up do Festival Faro MPB, da extinta rádio MPB FM, ao lado de nomes como Criolo e Marcelo Jeneci, também em 2011.

Qinho produziu uma faixa (e é parceiro em duas) no álbum mais recente de Fernanda Abreu, “Amor Geral”. Em 2013 participou do line up oficial do Ano do Brasil em Portugal, em Lisboa.

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