O Brilho do Ouro no Maracanã: A Sinfonia Bilionária que Impressionou a Europa
Por Redação Universo Artístico
O futebol, em sua essência mais pura, é uma narrativa de idas e vindas. Mas quando o movimento de retorno envolve cifras que fazem a City londrina tremer, a história deixa de ser apenas esporte para se tornar uma obra monumental de estratégia econômica. A iminente contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo por 35 milhões de libras (cerca de R$ 255 milhões) não é apenas um reforço; é um grito de soberania que ecoou com força nos estúdios de rádio e televisão da Inglaterra.
O Espanto de Londres: “Mais ricos do que pensam”
A imprensa britânica, muitas vezes acostumada a enxergar o futebol sul-americano apenas como uma galeria de exportação, viu-se obrigada a recalibrar suas lentes. No programa talkSPORT International, jornalistas ingleses não esconderam o “choque” com o poderio rubro-negro.
“Eles são tão ricos quanto alguns clubes da Premier League”, destacou um dos analistas, lembrando que o Flamengo não é apenas o atual dono da América (campeão da Libertadores e do Brasileiro), mas uma potência global que, em 2025, assinou sua autoridade ao vencer o Chelsea por 3 a 1 em solo americano. No Universo Artístico do futebol, o Flamengo deixou de ser um convidado para ser o protagonista do espetáculo.
A Engenharia do Valor: O Papel de “Bap”
Por trás dessa “pintura” financeira, há o trabalho minucioso do presidente Carlos Eduardo Baptista, o Bap. O mandatário confirmou que a “obra” está em fase de acabamento, com ajustes finais na forma de pagamento. O investimento é seco, direto e imponente: 41,2 milhões de euros fixos, sem as variáveis de bônus que costumam permear esses contratos. É o Flamengo pagando pelo valor absoluto do artista.
O Retorno do Prodígio: De Londres ao Maracanã
Lucas Paquetá, o “cria” que encantou o mundo com sua ginga e visão de jogo, parece ansioso para trocar o cinza de Londres pelas cores vibrantes do Rio de Janeiro. Recomprar um jogador desse calibre, no auge de sua maturidade técnica e física, por valores tão estratosféricos, é um feito quase inédito na arquitetura do futebol brasileiro.
No Universo Artístico, entendemos que o valor de um ídolo é imensurável, mas o preço de sua volta é o selo definitivo de que o Flamengo não habita mais apenas o cenário local. Em 2026, o Rubro-Negro não está apenas comprando um jogador; está comprando a prova de que o centro de gravidade do futebol mundial pode, sim, cruzar o Atlântico de volta para casa.
O palco está montado. A torcida espera o primeiro acorde. E Lucas Paquetá está pronto para reger a orquestra no Maracanã.

