Siiiiuu! O “Robozão” está expandindo seu império.
Segundo informações da imprensa portuguesa, Cristiano Ronaldo estaria próximo de integrar um consórcio para adquirir o Al-Nassr, clube que defende na Arábia Saudita e no qual já teria uma participação de 5%.
O movimento é de gente grande: o grupo, que busca negociar a compra junto ao Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) (atual detentor de 75% da instituição), conta com três empresários sauditas e Gerry Cardinale, o poderoso dono do Milan.
Mas engana-se quem pensa que o objetivo é apenas “virar o próprio chefe”. Em fevereiro, o craque já havia mostrado suas garras no mercado ao adquirir 25% do Almería, clube da segunda divisão espanhola.
Não é apenas uma jogada isolada
A estratégia de Ronaldo segue uma tendência que tomou conta do esporte mundial: atletas e ex-atletas trocando as chuteiras pelas planilhas e o comando das diretorias.
Confira quem mais entrou no jogo:
- 🌎 Pelo mundo: Gerard Piqué comanda o Andorra FC; Lionel Messi avança na compra do Elsense (além de já ser dono do Cornellà); e Kylian Mbappé recentemente tornou-se o proprietário do francês SM Caen.
- 🇧🇷 No Brasil: O “Fenômeno” Ronaldo foi pioneiro ao liderar a SAF do Cruzeiro e do Valladolid FC. Já Marcelo, ídolo do Real Madrid, diversificou seus investimentos tornando-se sócio do Azuriz.
Por que eles estão fazendo isso?
Além do prestígio, a matemática explica:
A valorização de clubes de futebol tem gerado retornos bilionários. Para ilustrar, estima-se que a passagem de Ronaldo Fenômeno como dono do Valladolid tenha rendido um lucro na casa dos R$ 200 milhões em apenas sete anos.
Para o mundo dos negócios, a mensagem é clara: os astros do esporte estão deixando de ser apenas ativos dentro de campo para se tornarem os grandes detentores do capital fora dele.
Gostou da análise? Fique ligado aqui na coluna Universo Empresarial para acompanhar como os grandes nomes do entretenimento e esporte movimentam o mercado financeiro.


